A INALCA, consciente do valor dos recursos hídricos, prossegue desde há muito objetivos de melhoramento, quer em termos de redução dos consumos, quer em termos de aumento da recuperação e reutilização.

Exclusivamente águas subterrâneas

Para os seus locais de produção, a INALCA não utiliza águas provenientes de fontes superficiais, mas sim exclusivamente águas subterrâneas, que oferecem maiores garantias em termos de qualidade. Mais de 90% do abastecimento de água é também gerido diretamente pela INALCA, quer para a fase de captação de águas subterrâneas, quer para a fase de distribuição, utilização e tratamento.  O ciclo integrado inteiramente gerido pela Inalca assegura uma gestão “sem desperdícios”. Além disso, as águas residuais apresentam uma composição físico-química que as torna facilmente tratáveis, graças a uma relação equilibrada entre a designada demanda química de oxigênio (COD) e a demanda biológica de oxigênio (BOD). Dada a natureza “alimentar” dos processos produtivos, nas águas residuais não estão presentes substâncias particularmente perigosas para o meio ambiente, como por exemplo metais pesados.

Estações de tratamento modernas

As principais unidades da INALCA estão dotadas de estações de tratamento modernas que asseguram rendimentos de depuração muito elevados. Para as unidades de Castelvetro di Modena e Ospedaletto Lodigiano, a INALCA também adotou, desde há muito, limites de descarga mais restritivos que os previstos nas licenças ambientais das unidades. No caso da unidade italiana de Ospedaletto Lodigiano, o nível de redução atingiu 50% do limite autorizado para o parâmetro COD na descarga. Quando as normas do setor o permitem, a INALCA envia para recuperação as águas de processo tratadas. Nos últimos três anos, a INALCA enviou para recuperação uma média de cerca de 90.000 m3/ano de águas tratadas. Em 2016, este indicador melhorou em 5%, sendo o valor em 2015 de 88.000 m3/ano.

“A INALCA, consciente do valor dos recursos hídricos,
prossegue desde há muito objetivos de melhoramento,
quer em termos de redução dos consumos,
quer em termos de aumento da recuperação e reutilização.”